❝Acho que a única razão de sermos tão apegados em memórias, é que elas não mudam, mesmo que as pessoas tenham mudado.
❝E o riso dele? Era algo absolutamente dominador. Ninguém tinha a menor chance diante dele.
❝- Anna?
- Sim?
- Você pode, por favor, dizer que me ama? Eu estou morrendo aqui.
E e então nós rimos. E em seguida estou em seus braços e estamos nos beijando, rapidamente em um primeiro momento, para compensar o tempo perdido, e então vagarosamente, afinal temos todo o tempo do mundo. E os lábios dele são macios e doces como mel, e o modo cuidadoso e apaixonado com que ele se move contra mim indica que ele sente o mesmo gosto que eu.
E entre beijos eu digo que o amo.
De novo, e de novo, de novo.
— (Anna e o Beijo Francês)
(Source: desmente)
❝Mamãe há pouco bateu na porta, depois abriu e perguntou se eu estava bem. Achei engraçado. “Eu nunca estou bem” tive vontade de responder. Ou então: “O que é estar bem?” Preferi dizer que sim: “Sim, mamãe, estou bem.
❝Eu estava bem. Juro que estava. Eu já tinha te esquecido a essa altura. Mas você veio, e sorriu para mim novamente.
❝Boba sou eu, de ainda acreditar que qualquer palavra um pouco mais carinhosa quer dizer afeto, preocupação. Boba.